Em 18/11/2019 às 17h35

Socos, chutes e até madeirada: detalhes da pancadaria entre Terê e Brasileirinho

Jogadores proporcionaram confusão generalizada após a decisão por pênaltis


Autor: Vitor Costa / Foto: Reprodução

Toda a pancadaria generalizada entre jogadores de Brasileirinho e Teresópolis após a partida deste domingo (17), pelas quartas-de-final da Série C, foi devidamente destrinchada pela equipe da Federação de Futebol do Rio de Janeiro (FERJ). O delegado da partida, Carlos Augusto Albuquerque, e o árbitro Igor Lourenço dos Santos detalharam o tumulto em seus respectivos relatórios, divulgados nesta segunda (18). 

A rivalidade entre ambos, que se enfrentaram quatro vezes na Série C, já vinha dos primeiros jogos. Os treinadores se cutucavam por entrevistas, assim como os jogadores, que trocavam comentários e indiretas nas redes sociais. No entanto, somente agora, no último encontro, chegou às vias de fato. O Brasileirinho, que venceu os dois confrontos da fase de grupos e também o jogo da volta nas quartas-de-final, foi derrotado nos pênaltis.

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Tudo começou durante a comemoração do Teresópolis, que havia acabado de vencer a disputa por pênaltis. "Nas quartas-de-final, Brasileirinho é tchau, já foi", era o canto entoado pelos atletas do Tricolor, em uma paródia da música "Para inveja é tchau", dos MCs Kevin e Davi. Em um determinado momento, o lateral-esquerdo João Pedro, do Brasileirinho, e Juan, goleiro reserva do Terê, iniciaram uma discussão mais áspera e partiram para a violência.

Logo depois, o que se viu foi uma verdadeira confusão generalizada. O árbitro da partida citou oito nomes, que foram devidamente expulsos: João Pedro, Gustavo, Maicon e Julio, do Brasileirinho, Juan, Vini Souza, Jhonathan e Lucas, do Teresópolis. Maicon, inclusive, de acordo com a súmula, atirou um pedaço de madeira na direção de um jogador - que, apesar de não estar na súmula, o FutRio.net apurou que foi Lucas. Ninguém se feriu.

Não havia policiamento presente no Estádio Atílio Marotti, o que é permitido pelo Estatuto do Torcedor. O clube tem a obrigação de solicitar mas, caso a Polícia não compareça, o árbitro pode autorizar o início de jogo caso se sinta seguro. O próprio delegado da partida confirma no relatório. Além disso, torcedores e dirigentes dos dois clubes invadiram o gramado em meio ao tumulto e aumentaram o clima de tensão. Um gandula também participou das agressões.

O caso já está sendo analisado e certamente irá ao TJD, podendo gerar desdobramentos e punições para os dois clubes, além dos jogadores envolvidos. Já eliminado, o Brasileirinho só volta a campo em 2020. Por sua vez, o Teresópolis - com quatro desfalques expulsos na confusão - enfrenta o Ceres nesta quinta-feira (21), às 15h, no Atílio Marotti, pela partida de ida da semifinal da Quartona. O Placar FutRio acompanha.

Confira o trecho da súmula da partida:

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