Em 05/12/2018 às 13 h20

Estrutura e projeto são exaltados e ano é valorizado pelo elenco do Maricá

Porta-voz do grupo, Paulinho Fernandes pede manutenção do projeto em 2019


Autor: Redação FutRio / Foto: Check Fotógrafo

O Maricá bateu na trave e não conseguiu o acesso em uma Série B2 muito conturbada em 2018. O time, por questões contratuais do atacante Felipe Zuca que foram parar na Justiça Desportiva, por pouco não ficou de fora das semifinais gerais. Com a validação vinda do STJD, a equipe não conseguiu a classificação por um gol na semifinal contra o Campos. Elementos como projeto, investimento e estrutura foram valorizados pelo elenco que aprovaram o ano, apesar da perda do acesso.

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Um dos porta-vozes do grupo, o meia Paulinho Fernandes pediu a manutenção do projeto para a próxima temporada. O jogador foi um dos que mais tinham bagagem no grupo formado para este ano. O atleta usou o exemplo de outros times e seleções para pedir uma projeto de longo prazo.

- É parabenizar toda estrutura que o Maricá deu para nós. Diretoria, torcida, prefeitura, comissão técnica. Os atletas apesar de serem novos, são uma garotada boa. Como falei quando era capitão da equipe: o projeto não acaba só com vitórias ou acessos. Têm seleções que ficaram muito tempo sem ganhar nada e acabaram ganhando. Tem o caso da Alemanha que perdeu em casa em 2006, manteve o trabalho e depois ganhou em 2014, pelo trabalho que foi feito durante anos. O Maricá não fica para trás, porque tem a construção do estádio agora - disse, completando em seguida.

- O legado que peço e falo para todos, principalmente para nossa diretoria, já que era um dos mais experientes, que estava mais diretamente conversando com eles: eu peço que continue o trabalho, que não deixe o trabalho morrer porque não classificamos esse ano. Espero que o Maricá continue e que no ano que vem busque o acesso para a cidade, porque tenho certeza que se subir o ano que vem o futebol carioca vai ganhar muito. Um clube que está começando agora, uma estrutura excelente - concluiu.

A equipe comandada por Sorato destoou da maioria dos clubes da Série B2 pelas condições de trabalho que foram disponibilizadas para os jogadores. O ponto fora da curva foi a questão contratual do atacante Felipe Zuca, que tinha vínculo de amador, mesmo prestes a completar 21 anos, contrariando o regulamento da FERJ, a Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro.

Na última instância do STJD e se baseando na Lei Pelé, o clube conseguiu evitar a perda dos pontos e teve a chance de jogar a semifinal, que foi perdida para o Campos, após uma vitória para cada lado, mas com o saldo de gols melhor para o time do Norte Fluminense.

Tags: Maricá, Paulinho Fernandes

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