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Em 18/01/2017 às 10 h36

FERJ pede reunião com Consórcio para viabilizar uso do Maracanã no Carioca

Entidade está preocupada com situação de abandono do Maior do Mundo


Autor: Renan Nery / Foto: Divulgação (Rio 2016)

A Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro (FERJ) emitiu um documento oficial através de seu site na última terça-feira (17), pedindo um encontro com a concessionária responsável pela administração do Maracanã, a Consórcio S.A, para chegar a uma solução sobre a possibilidade de usar o estádio em jogos pontuais durante o Estadual. 

No momento, a gestão do Maracanã sofre um entrave. Há uma briga judicial envolvendo a Odebrecht (empreiteira que detém a maior parte das ações da Consórcio S.A) e o Governo do Estado do Rio de Janeiro. O estado conquistou na justiça uma liminar que obriga a concessionária controlada pela Odebrecht a reassumir a gestão do estádio. A empreiteira alega que não pode receber o Maracanã nas condições em que foi entregue pelo Comitê Rio 2016 após os Jogos Olímpicos, e entrou com um recurso para tentar derrubar a decisão. 

A concessionária alega, através de uma nota oficial publicada à imprensa, que não pode assumir novamente o Maraca por várias razões. Dentre as principais estão: não haver laudos que evidenciem que não houve danos à cobertura do estádio com fogos utilizados nas cerimônias; falta de cadeiras nas arquibancadas; recolocação de catracas eletrônicas; publicidade do Comitê para a cerimônia de encerramento; e um painel de energia danificado.

Entidade quer descobrir tamanho do prejuízo com situação de abandono

A FERJ espera reunir os representantes dos quatro grandes clubes do Rio de Janeiro na próxima segunda-feira (23). Com isso, a entidade ganhará tempo para que a justiça decida quem ficará responsável pela gestão do Maior do Mundo.

No entanto, a grande dificuldade é descobrir de fato, o tamanho do prejuízo financeiro com o estádio, que se encontra em estado de abandono e sofrendo com furtos. Além disso, o estado do gramado está em péssimas condições. A Federação enviou um documento à concessionária solicitando autorização para poder vistoriar o complexo e assim chegar a um denominador final dos custos para a reabertura do Maracanã. Através de seu presidente, Rubens Lopes, a entidade contactou empresas que prestaram serviços no local duante os últimos meses, além de consultar o próprio Governo do Estádio e a Odebrecht.  

Na tabela oficial do Campeonato Carioca, o clássico entre Botafogo e Flamengo, no dia 12 de fevereiro, válido pela quarta rodada da Taça Guanabara, seria o primeiro jogo no Maracanã. Resta saber se o estádio estará apto a receber jogos até lá. 

Confira a nota completa da Consórcio S.A divulgada à imprensa


"A Concessionária que administra o Complexo Maracanã informa que vai recorrer da liminar obtida pelo Governo do Estado do Rio de Janeiro, que obriga a empresa a reassumir a concessão do estádio.  A empresa reitera que tomou conhecimento da decisão na última sexta-feira, porém, ainda não foi notificada oficialmente.

A empresa reafirma só não reassumiu o Complexo Maracanã por conta das cláusulas do Termo de Autorização de Uso (TAU - em anexo), documento que disciplinou o uso do estádio e do ginásio pelo Comitê Rio 2016 durante os Jogos Olímpicos. De acordo com o contrato firmado entre a Casa Civil e o Comitê, o Maracanã e o Maracanãzinho só deveriam sair da administração da Rio 2016 depois de feitos todos os reparos. O próprio Comitê Rio 2016 admite que deixou várias pendências nas instalações.

Entre as pendências apontadas pela vistoria da concessionária estão: a falta de um laudo que ateste que a cobertura não tenha sofrido danos mesmo após uma carga de 189 toneladas usada pelo Rio 2016, quando o Manual de Uso da construção prevê limite de 81 toneladas; falta de cadeiras nas arquibancadas, recolocação de catracas eletrônicas, publicidade do Comitê espalhada por todo o estádio, fechaduras quebradas e laudo que ateste que o sistema de drenagem do gramado não foi afetado pelas intervenções feitas pelo Comitê para a cerimônia de encerramento da paralimpíada. No ginásio do Maracanãzinho há um painel de energia danificado por um princípio de incêndio ocorrido durante os Jogos Olímpicos.

A Concessionária coloca à disposição dos interessados todos laudos e comunicações enviadas ao governo e ao Comitê Rio 2016".

Confira o documento oficial no site da FERJ, solicitando reunião com a Consórcio S.A:

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